Na época tinhamos Raça Espanhola, Topete Alemão, Vermelhos, Cobres e uma criação de Calafate ou Pardal de Java (Padda Oryzivora).
8 de dez. de 2009
CRIADOURO EM 2002
Olá!!! Algumas fotos do RGC-Pássaros em 2002, quando a criação era na varanda da casa dos meus pais.
Na época tinhamos Raça Espanhola, Topete Alemão, Vermelhos, Cobres e uma criação de Calafate ou Pardal de Java (Padda Oryzivora).
Na época tinhamos Raça Espanhola, Topete Alemão, Vermelhos, Cobres e uma criação de Calafate ou Pardal de Java (Padda Oryzivora).
7 de dez. de 2009
RESULTADOS DO CONCURSO RIO ORNITOLÓGICO 2007
DESCRIÇÃO ANEL CLA
ESPANHOLA FDO BRANCO LIPOCRÔMICO FC 0016 0013 06 3º
ESPANHOLA FDO AMARELO INTENSO LIP FC 0016 0014 06 4º
ESPANHOLA FDO AMARELO INTENSO LIP FC 0016 0025 06 3º
ESPANHOLA FDO AMARELO INTENSO LIP FC 0016 0026 06 2º
ESPANHOLA FDO AMARELO NEVADO LIP FC 0016 0020 06 5º
ESPANHOLA FDO AMARELO NEVADO LIP FC 0016 0024 06 3º
ESPANHOLA FDO BRANCO LIPOCRÔMICO FC 0016 0013 06 3º
ESPANHOLA FDO AMARELO INTENSO LIP FC 0016 0014 06 4º
ESPANHOLA FDO AMARELO INTENSO LIP FC 0016 0025 06 3º
ESPANHOLA FDO AMARELO INTENSO LIP FC 0016 0026 06 2º
ESPANHOLA FDO AMARELO NEVADO LIP FC 0016 0020 06 5º
ESPANHOLA FDO AMARELO NEVADO LIP FC 0016 0024 06 3º
5 de dez. de 2009
NOSSOS PEIXES APAIARIS ou OSCAR
Um tópico "off-canary", só para mostrar nossos peixes apaiaris (Astronotus ocellatus).
Eu trabalhei com esta espécie de peixe no meu primeiro estágio científico, e como não poderia deixar de ser, tratei logo de conseguir uns indivíduos para casa, rs rs rs.
Eu trabalhei com esta espécie de peixe no meu primeiro estágio científico, e como não poderia deixar de ser, tratei logo de conseguir uns indivíduos para casa, rs rs rs.
ESTRUTURA DE PENAS
Bem, as categorias intenso e nevado nada mais são do que o efeito visual da estrutura das penas do canário.
Segundo estes aspectos, de uma forma geral, classificamos as penas dos canários em: Tectrizes, Rêmiges e Retrizes.
Tectrizes: são as plumas de cobertura. São fofas e recobrem todo o canário.
Rêmiges: são as penas longas e mais duras das asas.
Retrizes: são as penas também mais duras e longas formadoras da cauda.
O lipocromo se deposita sobre as tectrizes, e sua repartição define a categoria dos canários. Sua distribuição nas penas é mostrada nos desenhos abaixo:
Penas curtas e rígidas, cujo o lipocromo é depositado até a extremidade das mesmas são características dos canários intensos.
Já penas longas e fofas, cujo o lipocromo não é depositado até a extremidade das mesmas são características dos canários nevados, pois na sobreposição das penas pelo corpo, as pontas brancas das penas dão a impressão de névoa sobre o corpo do pássaro.
SEXAGEM DOS CANÁRIOS
Não é muito fácil se distinguir um canário de uma canária, sem levar em consideração o canto, principalmente para o criador iniciante.
Vamos expor nossas idéias em formas de perguntas:
Somente os machos cantam ?
Certo somente os machos cantam, porém devemos ter em mente que existem alguns machos que não possuem aquele canto e algumas fêmeas que cantam, não um canto tão alto quanto os machos mas possuem um canto que dá para confundir ( tenho notado mais essas fêmeas "cantoras" nos canários de cor cobre, levando-me a crer que tal fato deve está relacionado com o tarim )
Há como se distinguir os sexos dos canários através das cores ?
Sim ! Há cores que possuem dimorfismo sexual, como os mosaicos e os feos.
Nos mosaicos, cor oriunda do tarim, há uma diferença entre as zonas de eleição do lipocromo, onde no macho apresenta-se nos ombros, peito, uropígio e uma máscara na face. Já a fêmea apresenta lipocromo nos ombros, uropígio e um leve traço na altura dos olhos. ( Vejam fotos abaixo ).
Casal de Verde Ônix Mosaico
Casal de Vermelho Mosaico
E as outras cores ? "É aqui que se encaixa os canários de porte."
Bem, já nas outras cores podemos separar os sexos dos canários usando a genética na hora dos acasalamentos, por exemplo, cruzando-se um macho canela com uma fêmea verde, todos os filhotes canela serão fêmeas e os verdes serão machos.
Mas também existe um outro método, que é o mais difícil mas o mais empregado entre os criadores. Próximo à época de acasalamento, os canários sofrem modificações em seus corpos, próxima à regia da cloaca. Nos machos a cloaca forma uma espécie de espigão, um gancho para facilitar a fecundação na hora da cópula. Nas fêmeas, as cloacas ficam inchadas, lembrando muito a ponta de um charuto. ( Vejam as fotos abaixo ).
Macho
Fêmea
MANEJO NO CANARIL
O manejo do canaril é dividido em duas esferas: ciclo de vida do canário e tarefas rotineiras.
No nosso canaril tais esferas se compõe da seguinte forma:
Ciclo de vida do canário:
O ciclo de vida do canário se divide em três : reprodução, muda e descanso.
Na época de reprodução, cada casal fica em sua gaiola de criação, durante todo o período que vai de meados de julho à princípio de janeiro, sempre respeitando o máximo de três posturas por casal, eventualmente deixamos a quarta postura.
Com esse manejo, conseguimos acasalar no período um número maior de casais do que gaiolas de crias. Casais que aprontam cedo acasalam a partir de julho e os que aprontam tarde é que vão até meados de janeiro.
Em alguns casos realizamos poligamia, deixando a fêmea tratar sozinha das crias e relocando o macho para outra fêmea.
Na muda, todos os filhotes e fêmeas vão para as suas respectivas voadeiras enquanto cada machos adulto vai para sua gaiola individual, a fim de evitar brigas entre os mesmos. Caso algum macho esteja gordo, o mesmo vai para a voadeira também.
No descanso, as fêmeas continuam nas voadeiras e os filhotes que vão se destacando, vão para as criadeiras, usando as grades divisórias e se transformando em gaiolas individuais para treinamento das exposições que estão por vir.
Até que chega outra vez a época de reprodução e os machos vão inicialmente para as criadeiras e depois as fêmeas e recomeça tudo de novo.
Tarefas rotineiras:
Bem, aqui é a mão na massa no sentido real da palavra, os papéis dos fundos das gaiolas são trocados dia sim dia não, a comida passa pelo "assoprador" de sementes uma ou duas vezes por semana e a farinhada depende da época do ciclo de vida do canário, diário na reprodução e muda e três vezes por semana no descanso.
A água é trocada diariamente, religiosamente.
ALIMENTAÇÃO DOS CANÁRIOS
Bem amigos, após experimentar diversas receitas de misturas de sementes e farinhadas, chegamos a um consenso aqui no nosso canaril.
Não oferecemos mais mistura de sementes para canários. Aqui, todos tem à disposição cochos com alpiste puro.
As demais sementes que usamos (níger, colza e aveia) vão acrescidas na farinhada industrial que usamos.
Com isso, evitamos o disperdício, pois os canários jogavam o alpiste para fora dos cochos para catarem as sementes negras, mais oleosas e logicamente, mais gostosas.
Na época de reprodução, quando os casais têm filhotes, eles recebem um pote com as três sementes que vão na farinhada, além da farinhada e o alpiste.
Níger:
Aveia:
Colza:
HISTÓRICO DO CANÁRIO TOPETE ALEMÃO
O canário denominado de Topete Alemão nada mais é que um canário de cor dotado de topete.
Apesar de sua origem bem antiga, somente em 1963 os alemães apresentaram um padrão para julgar a raça.
Os padrões de cor são idênticos aos canários desse segmento da canaricultura, a única diferença sendo no caso do topete, que nos canários que o possuem deve seguir regras especiais.
Basicamente, é um canário de cor, que é exibido para ser julgado como um canário de porte que possui topete.
Os pássaros sem topete são julgados como canários de cor.
HISTÓRICO DO CANÁRIO RAÇA ESPANHOLA
Uma das primeiras filhotes de Espanhola do RGC - Pássaros:
Esta raça que somente há poucos anos foi difundida para a Europa e para o mundo, apesar de existir há muito tempo.
A União da Canaricultura de Barcelona foi criada em 1931 e seus membros resolveram criar uma raça bem diferente das que àquela época existiam.
O objetivo era um canário miniatura, de plumagem compacta, que foi chamado "canário do país".
Durante a Guerra Civil de 1936 a 1939, os plantéis foram praticamente perdidos e os remanescentes ficaram em mãos de uns poucos criadores, mas em 1949 os plantéis já eram abundantes.
Em 1948 um padrão foi estabelecido e o nome mudou para "Raça Espanhola".
Em 1956, em Barcelona, a Confederação Internacional de Criadores de Canários, precursora da COM, a reconheceu como uma nova raça de porte, mas somente a partir de 1976 sua difusão foi acelerada.
O CANÁRIO ANCESTRAL
O canário (Serinus canarius) pertence à Ordem Passariformes e Família Fringillidae.
Os primeiros canários foram encontrados por volta de 1402 nas Ilhas Canárias.
Os espanhóis, quando ocuparam as ilhas no século XV, descobriram os pássaros e encantados com o seu canto e docilidade, começaram a criá-los em cativeiro.
O canário ancestral é pequeno, com aproximadamente 12 cm, na cor verde acizentado, como um verde nevado com uma boa quantidade de névoa. O bico e os pés eram bem escuros e seu canto é alto e sonoro.
A venda dos canários foi monopolizada pelos espenhóis, que somente vendiam os machos.
No século XVII, em virtude de um naufrágio de uma embarcação espanhola na costa da Europa, os canários foram soltos pelos tripulantes, indopara nas mãos deoutros povos, encerrando o monopólia espanhol.
A partir daí, foram surgindo as primeiras mutações referentes à cor do canário, surgindo o amarelo, o canela, o ágata, os brancos, os pastéis, os opalinos etc.
Com isso começaram as combinações de mutações, formando novas cores, como os azuis e os isabéis, por exemplo.
Em 1885, apareceram os primeiros canários com fator vermelho, adivindos do cruzamento entre o pintassilgo da venezuela com uma canária. Desse cruzamento também surgiram os canários mosaicos (canários que possuem dimorfismo sexual inerente a cor).
Porém, outros criadores de canários se dedicarão a fixar outras mutações além das cores, com isso foram surgindo as raças de canários de canto, de postura, de frisos nas penas, de topete e de forma.
CLUBES
Em 2005, nos associamos aos Clube Rio Ornitológico, anel FC-016. Na ocasião, ainda criávamos pássaros exóticos.
Em 2007, nos associamos, após 12 anos frequentando, no Centro de Criadores de Canários (3C), anel CA-436.
Hoje, anilhamos nossas aves por estes dois clubes.
O CRIADOURO
Bem, como moro em apartamento, só posso me dar o luxo de ser um pequeno criador.
Crio num quarto de empregada, ocupando duas paredes do mesmo com gaiolas e uma terceira parede com uma estante com utensílios, conforme o lay-out a seguir:
A - 24 gaiolas argentinas de 06 comedouros meia-lua com as laterais móveis, formando 06 gailões de 02 metros de comprimento. Sobre elas 08 gaiolas de exposição padrão frisados, para os canários machos.
B - 06 gaiolas de poligamia com 09 comedouros meia-lua, sobre elas 03 gaiolas de exposição padrão frisados, para os canários machos.
C - 05 gaiolas de criação diversas.
D - 04 gaiolas de criação com 04 comedouros meia-lua.
E - 04 gaiolas de criação com 06 comedouros meia-lua e o gaiolão da nossa mascote calopsita (entrou voando em casa na noite de natal de 2005).
F - 01 estante de metal para utensílios.
O INÍCIO DE TUDO
Meu nome é Rodrigo Guerra, sou Engenheiro e Biólogo e um apaixonado por animais desde pequeno.
Criação animal sempre me fascinou, manejo e principalmente a genética são para mim como doces para criança.
Meu envolvimento com os pássaros começou quando eu tinha 07 anos (1986) quando ganhei o meu primeiro casal, no caso um casal de periquitos australianos comuns, sendo o macho normal cobalto e a fêmea lutina.
Passado alguns anos, me encantei com um canário que tinha no meu prédio, seu canto era fascinante.
Decidir que queria um canário belga para cantar e foi no natal de 1991 que meu pai me levou à feira de Duque de Caxias e me deu um canarinho amarelo, muito novo e que logo logo começaria cantar .... já percebeu que fomos enganados não ? Pois é, o futuro Sinatra pos um ovo no fundo da gaiola rs rs rs.
Percebendo minha triteza pelo fato e comentando em seu trabalho com os colegas, meu pai descobriu um clube de criadores e me levou até lá .... era a CRAC (Canaricultores Roller Associados Cariocas).
De lá para cá, mergulhei de cabeça na criação de pássaros e como todo iniciante criei de tudo, como canários de cor (amarelos, vermelhos, mosaicos, cobres, verdes opalinos, ágatas opalinos, canelas vermelhos etc), canários de porte (lizard, frisado padovano, gloster, topete alemão, raça espanhola, hoso japonês e llarguet espanhol) e pássaros exóticos (mandarins, manons do japão, calafate e diamante de gould).
Aprendi genética sozinho, estudando vários livros e somente em 2005 que eu me filiei ao meu primeiro clube, o Rio Ornitológico (anel FC-016).
Após várias escolhas e reescolhas, decidi criar as seguintes raças de Serinus canarius :
1ª - Raça Espanhola (série completa) - 40% dos casais do meu plantel
2ª - Topete Alemão (sem fator) - 55% dos casais do meu plantel
3ª - Lizard - 05% dos casais do meu plantel.
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